Domingo, 22 de Agosto de 2010

O QUE FAZ O MEDO...

Numa terra em guerra,
havia um rei que causava espanto.
Sempre que fazia prisioneiros,
não os matava: levava-os a uma sala onde havia
um grupo de arqueiros de um lado
e uma imensa porta de ferro do outro,
sobre a qual viam-se gravadas figuras
de caveiras cobertas por sangue.
Nesta sala ele os fazia enfileirar-se em círculo
e dizia-lhes, então: ”Vocês podem escolher entre morrerem
flechados por meus arqueiros ou passarem por aquela porta
e por mim serem lá trancados".
Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros.
Ao terminar a guerra, um soldado que
por muito tempo servira ao rei dirigiu-se ao soberano:
-Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?
-Diga, soldado.
-O que havia por detrás da assustadora porta?
-Vá e veja você mesmo.
O soldado, então, abre vagarosamente a porta e,
à medida em que o faz, raios de sol vão entrando
e clareando o ambiente... E, finalmente, ele descobre, surpreso, que...
...a porta se abria sobre um caminho que conduzia à LIBERDADE!!!

Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar?
Quantas vezes perdemos a liberdade e morremos por dentro,
apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?

Pense nisso!
Viva, sem medo

 

publicado por saozinhasimoes às 15:11
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Domingo, 30 de Agosto de 2009

COMO FAZER DURAR O AMOR

 

Uma mãe e sua filha estavam a caminhar pela praia. A certo ponto, a menina disse:
-Como se faz para manter um amor?

A mãe olhou para a filha e respondeu:
-Pega um pouco de areia e fecha a mão com força...

A menina assim fez e reparou que, quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia lhe escapava.

-Mamã a areia caiu!
 – Eu sei, agora abre completamente a mão...

-Assim também não consigo mantê-la na minha mão.

A mãe sorrindo disse:
-Agora, pega outra vez um pouco de areia e mantém na mão semi-aberta como se fosse uma colher...Bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para dar liberdade.

A menina experimentou e viu que a areia não lhe escapava da mão e estava protegida do vento.

-É assim que se faz durar um amor...


 

publicado por saozinhasimoes às 20:15
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Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

O BOSQUE

Tempos atrás, eu era vizinho de um médico, cujo "hobby" era plantar árvores no enorme quintal da sua casa. Às vezes, observava da minha janela o seu esforço para plantar árvores e mais árvores, todos os dias. O que mais chamava a atenção, entretanto, era o facto de que ele jamais regava as plantas que plantava. Passei a notar, depois de algum tempo, que as suas árvores estavam demorando muito para crescer. Certo dia, resolvi então aproximar-me do médico e perguntei se ele não tinha receio de que as árvores não crescessem, pois percebia que ele nunca as regava. Foi quando, com um ar orgulhoso, ele me descreveu a sua fantástica teoria.
Disse-me que, se regasse as plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima. Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas as raízes tenderiam a alastrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo.

Essa foi a única conversa que tive com aquele meu vizinho.
Logo depois, fui morar em outro país, e nunca mais o encontrei.
Vários anos depois, ao voltar do exterior fui dar uma olhada na minha antiga residência. Ao aproximar-me, notei um bosque que não havia antes. Meu antigo vizinho havia realizado o seu sonho!
O curioso é que aquele era um dia de um vento muito forte e gelado, em que as árvores da rua estavam arqueadas, como se não estivessem resistindo ao rigor do inverno.
Entretanto, ao aproximar-me do quintal do médico, notei como estavam sólidas as suas árvores, praticamente não se moviam, resistindo implacavelmente àquela ventania toda. Efeito curioso, pensei eu...As adversidades pela qual aquelas árvores tinham passado, tendo sido privadas de água, pareciam tê-las beneficiado de um modo que o conforto do tratamento mais fácil jamais conseguiria.

Todas as noites, antes de ir me deitar, dou sempre uma olhada nos meus filhos. Debruço-me sobre as suas camas e observo como têm crescido. Frequentemente, rezo por eles. Na maioria das vezes, peço para que as suas vidas sejam fáceis:

"Meu Deus, livre meus os filhos de todas as
dificuldades e agressões deste mundo"...
Tenho pensado, entretanto, que talvez
seja hora de alterar as minhas orações.

Essa mudança tem a ver com o facto de que é inevitável que os ventos gelados e fortes nos atinjam e aos nossos filhos.
Sei que eles encontrarão inúmeros problemas neste mundo tão conturbado.
Sempre haverá uma tempestade, ocorrendo em algum lugar.
Portanto, pretendo mudar as minhas orações.
Farei isso porque, quer nós queiramos ou não, a vida não é muito fácil. Ao contrário do que tenho feito, passarei a orar para que meus filhos cresçam com raízes profundas, de tal forma que possam retirar energia das melhores fontes, das mais divinas,
que se encontram nos locais mais remotos.
Oramos demais para termos facilidades, mas na verdade o que precisamos fazer é pedir para desenvolver raízes fortes e profundas, de tal modo que quando as tempestades chegarem
e os ventos gelados soprarem, resistiremos bravamente,
ao invés de sermos subjugados e varridos para longe.

 

publicado por saozinhasimoes às 13:58
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Domingo, 5 de Julho de 2009

SUGESTÃO

Faça o seguinte:
Assopre o pensamento triste,
deixe escorrer a última lágrima,
conte até vinte.

Abra então a janela,
aquela que dá para o voo dos pardais,
procure a luz que pisca lá na frente
(evite as sombras que ficaram lá para trás).

Ao encontrá-la,
coloque-a dentro do peito
de tal jeito, que possa ser notada
do lado de fora;
acrescente agora uma pitada de
poesia,
do tipo que passa por nós todos os dias
e nem sequer consegue ser notada;
aumente o brilho, com toda a intensidade
de que um sorriso é capaz.

A felicidade é o seu limite,
e o paraíso é você mesmo quem faz.

 

publicado por saozinhasimoes às 18:04
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Sábado, 30 de Maio de 2009

ACTO DE AMOR

 

Esta é a história de uma mãe que voltou para casa após um árduo dia de trabalho. A sua filha apareceu na porta de casa e correu para abraçá-la.

- Mamãe, mamãe, hoje aconteceram muitas coisas e quero contar-te tudo o que aconteceu.

Depois de ouvir algumas frases, a mãe fez um gesto indicando que ouviria o restante da história mais tarde, porque precisava preparar o jantar. Durante a refeição, o telefone tocou, e a mãe teve de ouvir outras histórias da família, mais longas e contadas em voz mais alta que a da menina. Depois que a cozinha foi arrumada e as dúvidas sobre os deveres de casa de seu irmão foram solucionadas, a menina tentou novamente contar as novidade à mãe, mas já havia chegado a hora de ir para a cama.

A mãe dirigiu-se ao quarto da filha para ajeitar as cobertas e ouviu-a rezando. Quando ela se curvou para afagar os seus cabelos encaracolados e beijar-lhe o rosto, a menina olhou-a e perguntou:

- Mamãe, amas-me mesmo quando não tens tempo para me ouvir?

 

publicado por saozinhasimoes às 02:06
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Domingo, 24 de Maio de 2009

A VIDA QUE LEVAMOS

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê já é sexta-feira!
Quando se vê, já é Natal...
Quando se vê o ano terminou...
Quando se vê, passaram 50 anos!

Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria deitar fora pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor, que está à minha frente

e diria que eu o amo...

Desta forma, eu digo: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá, será a desse tempo que infelizmente nunca mais voltará

 

publicado por saozinhasimoes às 15:41
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Domingo, 10 de Maio de 2009

AOS CASAIS

 

 Casais que não aprendem a namorar logo caem na frieza e na rotina. Cansam-se facilmente um do outro e tornam-se intolerantes.
 
Se não sabem o significado da palavra perdão perdem a capacidade da ternura.
 
Tornam-se mendigos do amor e morrem de necessidade de afecto.
 
São como lagos parados que não oferecem nada de si, embora necessitem de ajuda. Morrem pensando que vivem.
 
E, como são lagos que não se comunicam, caem na tentação de desaguar noutro lago.
 
É assim que se traem.
 
Fazem da mútua infidelidade um jejum de vingar as ofensas e o abandono afectivo de um para com o outro.
 
Bom seria se pudessem se redescobrir na ternura do face a face, até que reencontrassem um no outro, aquele rosto querido, aquele coração amoroso e acolhedor e aquela pessoa maravilhosa pela qual um dia se apaixonaram.
 
Que Nosso Senhor abençoe as famílias e o Sacramento do Matrimónio.
 

                                                                         Padre Rinaldo

 

publicado por saozinhasimoes às 16:34
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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

AMIZADE É ASSIM...

publicado por saozinhasimoes às 22:29
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Domingo, 26 de Abril de 2009

TER MAIS CONFIANÇA NAS NOSSAS CRIANÇAS

Certa lenda conta que estavam duas crianças patinando em cima de um lago congelado. Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam sem preocupação. De repente, o gelo se quebrou e uma das crianças caiu na água. A outra criança vendo que seu amiguinho se afogava debaixo do gelo, pegou uma pedra e começou a golpear com todas as suas forças, conseguindo quebrá-lo e salvar seu amigo.

Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
- Como conseguiste fazer isso? É impossível que tenhas quebrado o gelo com essa pedra com as tuas mãos tão pequenas!

Nesse instante apareceu um ancião e disse:
- Eu sei como ele conseguiu! Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que ele não seria capaz.

 

publicado por saozinhasimoes às 15:56
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Domingo, 19 de Abril de 2009

ENVELHEÇO QUANDO...

 

 
Envelheço quando me fecho para as novas ideias e me torno radical.

Envelheço quando o novo me assusta. E minha mente insiste em não aceitar.

Envelheço quando me torno impaciente, intransigente e não consigo dialogar.

Envelheço quando o meu pensamento me abandona. E quando volta sem nada a acrescentar.

Envelheço quando muito me preocupo e depois me culpo porque não tinha tantos motivos para me preocupar.

Envelheço quando penso demasiadamente em mim mesmo e consequentemente me esqueço dos outros.

Envelheço quando penso em ousar e já antevejo o preço que terei que pagar pelo acto, mesmo que os factos insistam em me contrariar.

Envelheço quando tenho a oportunidade de amar e deixo o coração que se põe a pensar: Será que vale a pena correr o risco de me dar? Será que vai compensar?

Envelheço quando permito que o cansaço e o desalento tomem conta da minha alma que se põe a lamentar.

Envelheço, enfim, quando paro de lutar!

 

publicado por saozinhasimoes às 14:53
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